sexta-feira, 16 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
SALA DE EDUCADORES SENAC


O Senac Penha organiza mais um "Sala de Educadores": encontro mensal para refletir sobre o papel e os desafios atuais do pedagogo. Para isso, são convidados especialistas e profissionais de diversos setores para uma troca de impressões com o público sobre temas relacionados à educação. O tema deste mês será a literatura de cordel e seus aspectos linguisticos. O palestrante convidado é o escritor e produtor cultural Carlos Galdino,atuante na cena artisitca de São Paulo,e tem vários livros publicados.
Mais informações pelo telefone (11) 2135-0300 ou pelo
e-mail: penha@sp.senac.br
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
CINEMA NA LAJE - Mostra de cinema nordestino
CINEMA NA LAJE - Mostra de cinema nordestino
DIA 7 DE SETEMBRO (SEGUNDA-FEIRA) 20 HS
Calango Lengo, Morte e Vida sem Ver Água, animação do cineasta Fernando Miller, que trata com ironia e humor a dura realidade da seca. Ganhou prêmio de melhor roteiro e melhor trilha sonora original no 32ª Festival Guarnicê de Cinema, de São Luis, Maranhão
O Coco, A Roda, O Pneu e o Farol, de Marina Brennand Fortes. Documentário sobre o Coco de Roda no Amaro Branco, Olinda (PE), o lugar onde, há mais de 100 anos, o Coco faz história. O filme mostra os personagens, a tradição e a riqueza deste folguedo nordestino. Mais que isso, convida você para o meio da roda.
Laje do Zé Batidão
Rua Bartolomeu dos Santos, 797 Chácara Santana
Zona Sul-SPInf. 5891.7403
DIA 7 DE SETEMBRO (SEGUNDA-FEIRA) 20 HS
Calango Lengo, Morte e Vida sem Ver Água, animação do cineasta Fernando Miller, que trata com ironia e humor a dura realidade da seca. Ganhou prêmio de melhor roteiro e melhor trilha sonora original no 32ª Festival Guarnicê de Cinema, de São Luis, Maranhão
O Coco, A Roda, O Pneu e o Farol, de Marina Brennand Fortes. Documentário sobre o Coco de Roda no Amaro Branco, Olinda (PE), o lugar onde, há mais de 100 anos, o Coco faz história. O filme mostra os personagens, a tradição e a riqueza deste folguedo nordestino. Mais que isso, convida você para o meio da roda.
Laje do Zé Batidão
Rua Bartolomeu dos Santos, 797 Chácara Santana
Zona Sul-SPInf. 5891.7403
sábado, 18 de julho de 2009
ALGUNS CORDEIS CONSAGRADOS ENTRE MUITOS OUTROS,QUE SAO DE PRIMEIRA
[editar] Obras consagradas da literatura de cordel
A Cabocla Encalhada - Mestre Azulão
A chegada de Lampião no Inferno - José Pacheco da Rocha
A Peleja de Cego Aderaldo e Zé Pretinho - Firmino Teixeira do Amaral
A vida do Padre Cícero - Manoel Monteiro
As receitas do Dr. Prodocopéia" - Jotabarros
Côco Verde e Melancia - José Camelo
Iracema - Alfredo Pessoa de Lima
Os Cabras de Lampião - Manoel D'Almeida Filho
Pavão Misterioso - José Camelo de Melo
Romeu e Julieta - João Martins Athayde
O Soldado Jogador - Leandro Gomes de Barros
Senhor dos Anéis - Gonçalo Ferreira da Silva
Viagem a São Saruê - Manoel Camilo dos Santos
A Cabocla Encalhada - Mestre Azulão
A chegada de Lampião no Inferno - José Pacheco da Rocha
A Peleja de Cego Aderaldo e Zé Pretinho - Firmino Teixeira do Amaral
A vida do Padre Cícero - Manoel Monteiro
As receitas do Dr. Prodocopéia" - Jotabarros
Côco Verde e Melancia - José Camelo
Iracema - Alfredo Pessoa de Lima
Os Cabras de Lampião - Manoel D'Almeida Filho
Pavão Misterioso - José Camelo de Melo
Romeu e Julieta - João Martins Athayde
O Soldado Jogador - Leandro Gomes de Barros
Senhor dos Anéis - Gonçalo Ferreira da Silva
Viagem a São Saruê - Manoel Camilo dos Santos
CORDELISTAS !
[editar] Renomados autores da Literatura de Cordel
Alfredo Pessoa de Lima
Antonio Marinho
Apolônio Alves dos Santos
Arievaldo Viana Lima
Carneiro Portela
Cego Aderaldo
Chico Caldas
Cicero Vieira da Silva
Coronel Neco Martins
Constatino Cartaxo
Firmino Teixeira do Amaral
Francisco Sales Areda
Franklin Maxado
Gonçalo Ferreira da Silva
Ignácio da Catingueira
Joaquim Batista de Sena
João Cesário Barbosa
João José da Silva
João Martins de Athayde
José Bernardo da Silva
José Camelo de Melo
José Costa Leite
José Francisco Borges
José João dos Santos (Mestre Azulão)
José Pacheco
Jotabarros
Leandro Gomes de Barros
Lourival Batista, o Louro do Pajeú
Manoel de Almeida Filho
Manoel Camilo dos Santos
Manoel Monteiro
Negra Chica Barbosa
Orlando Tejo
Patativa do Assaré
Pedro Bandeira
Pinto de Monteiro
Raimundo Santa Helena
Romano da Mãe Dágua
Rubenio Marcelo
Sá de João Pessoa
Severino Milanês da Silva
Silvino Pirauá de Lima
Teo Azevedo
Wilson Freire
Zé Limeira
Zé Praxedes
Zé da Luz
Alfredo Pessoa de Lima
Antonio Marinho
Apolônio Alves dos Santos
Arievaldo Viana Lima
Carneiro Portela
Cego Aderaldo
Chico Caldas
Cicero Vieira da Silva
Coronel Neco Martins
Constatino Cartaxo
Firmino Teixeira do Amaral
Francisco Sales Areda
Franklin Maxado
Gonçalo Ferreira da Silva
Ignácio da Catingueira
Joaquim Batista de Sena
João Cesário Barbosa
João José da Silva
João Martins de Athayde
José Bernardo da Silva
José Camelo de Melo
José Costa Leite
José Francisco Borges
José João dos Santos (Mestre Azulão)
José Pacheco
Jotabarros
Leandro Gomes de Barros
Lourival Batista, o Louro do Pajeú
Manoel de Almeida Filho
Manoel Camilo dos Santos
Manoel Monteiro
Negra Chica Barbosa
Orlando Tejo
Patativa do Assaré
Pedro Bandeira
Pinto de Monteiro
Raimundo Santa Helena
Romano da Mãe Dágua
Rubenio Marcelo
Sá de João Pessoa
Severino Milanês da Silva
Silvino Pirauá de Lima
Teo Azevedo
Wilson Freire
Zé Limeira
Zé Praxedes
Zé da Luz

Xilogravura
por Carolina Lopes
A xilogravura é um processo de gravação em relevo que utiliza a madeira como matriz e possibilita a reprodução da imagem gravada sobre papel ou outro suporte adequado.
Para fazer uma xilogravura é preciso uma prancha de madeira e uma ou mais ferramentas de corte, com as quais se cava a madeira de acordo com o desenho planejado.
É preciso ter em mente que as áreas cavadas não receberão tinta e que a imagem vista na madeira sairá espelhada na impressão; no caso de haver texto, grava-se as letras ao contrário.
Depois de gravada, a matriz recebe uma fina camada de tinta espalhada com a ajuda de um rolinho de borracha. Para fazer a impressão, basta posicionar uma folha de papel sobre a prancha entintada e fazer pressão manualmente, esfregando com uma colher ou mecanicamente, com a ajuda de uma prensa.
Como podemos constatar, é uma técnica bastante simples e barata; por isso se presta tão bem às ilustrações das capas dos folhetos de cordel. Para termos uma idéia desta simplicidade, basta saber que os gravadores nordestinos fabricam suas próprias ferramentas de corte com pregos e varetas de guarda-chuva, por exemplo, para conseguirem diferentes efeitos no desenho.
História
A xilogravura já era conhecida dos egípcios, indianos e persas, que a usavam para a estampagem de tecidos. Mais tarde, foi utilizada como carimbo sobre folhas de papel para a impressão de orações budistas na China e no Japão.
Com a expansão do papel pela Europa, começa a aparecer com maior freqüência no Ocidente no final da Idade Média (segunda metade do século XIV), ao ser empregada nas cartas de baralho e imagens sacras. No século XV, pranchas de madeira eram gravadas com texto e imagem para a impressão de livros que, até então, eram escritos e ilustrados a mão. Com os tipos móveis de Gutemberg, as xilogravuras passaram a ser utilizadas somente para as ilustrações.
A descoberta das técnicas de gravura em metal relegou a xilogravura ao plano editorial no transcorrer da Idade Moderna, mas nunca desapareceu completamente como arte. Tanto que, no final do século XIX, muitos artistas de vanguarda se interessaram pela técnica e a resgataram como meio de expressão. Alguns deles optavam por produzir obras únicas, deixando de lado uma das principais características da xilogravura: a reprodução.
No Brasil, a xilogravura chega com a mudança da Família Real portuguesa para o Rio de Janeiro. A instalação de oficinas tipográficas era proibida até então. Os primeiros xilogravadores apareceram depois de 1808 e se alastraram principalmente pelas capitais, produzindo cartas de baralho, ilustrações para anúncios, livros e periódicos, rótulos, etc.
Estas matrizes, que foram produzidas ao longo do século XIX e abarrotavam as tipografias nordestinas, aparecem nos primeiros folhetos de cordel impressos, no final deste século (o mais antigo que se tem notícia é de autoria de Leandro Gomes de Barros - 1865-1918).
Os editores dos livretos decoravam as capas para torná-las mais atraentes, chamando a atenção do público para a estória narrada. Para isso, utilizavam o que estava à mão: poderiam ser os clichês de metal (são como carimbos) que começavam a substituir os de madeira no início do século XX ou simples vinhetas decorativas. A xilogravura como ilustração, feita sob encomenda para determinado título, nasce da necessidade de substituir os clichês de metal já gastos. Por isso, não é difícil encontrar xilogravuras de capas de cordel imitando desenhos e fotografias de clichês. Mas, a xilogravura popular nordestina ganhou fama pela qualidade e originalidade de seus artistas.
Hoje em dia, muitos gravadores nordestinos vendem suas gravuras soltas além de continuarem a produzir ilustrações para as capas dos cordéis. Gravadores como J. Borges, José Lourenço, Jerônimo e muitos outros, expõem seus trabalhos em importantes instituições no Brasil e no exterior.
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